Tara Perdida é uma banda de Punk Hardcore portuguesa e bastante conceituada entre os jovens portugueses. Nasceram em 1995 na junção de dois projectos, de um lado João Ribas, após o fim dos Censurados, por outro lado o apoio de Cró e Orélio. Em Novembro desse ano deram o primeiro concerto com a formação formação Ribas (Guitarra e Voz), Ruka (guitarra), Cró (Baixo) e Orélio (Bateria). Ao longo do tempo a banda foi sofrendo algumas saídas e entradas de músicos ate a formação existente hoje. Tiveram varias participações em grandes festivais portugueses como Festival “Vilar de Mouros”, Festival “Super Rock”, Festival “C’Rock Note” em França e este ano ja estão confirmados para o Festival “Super Bock Super Rock” em 9 de Julho de 2008 em Lisboa. Tiveram a opturnidade de abrir o concerto de “The Offspring” no coliseu de Lisboa e Porto. A banda já leva na sua mala quatro álbuns que continuam a ter grande sucesso.
Este concerto foi no dia da Juventude em Alenquer, já tinha frequentado esta festa no ano passado e a banda que actuou foram os “Fonzie”, uma banda Punk Rock também, não tinha tanto público, como também os “Fonzie” fizeram um concerto na minha opinião mau, pois não mostraram muito agrado de ali estarem.
Uma festa organizada pelo presidente da câmara em conjunto com a juventude de Alenquer, a banda a actuar na festa foi decidida democraticamente entre varias bandas, o que agradou bastante os Tara Perdida pela escolha dos seus fans naquele local. O próprio presidente da câmara medalhou a banda e deu o seu discurso já com algum álcool no sangue.
Antes de entraram em palco, o recinto estava cheio e muito animado, quando as luzes apagam, começam a gritar em alto e bom som por “Tara Perdida”, ate que passado cinco minutos da meia-noite entram em palco e entra tudo em loucura, devido ao som acelerado, o tipo de musica em si e a própria forma de estar da banda palco, mostram alegria de ali estarem, bastante agrado em actuarem, e nota-se um grande divertimento mesmo por parte da banda actuar, no publico é a confusão total, desde grandes “moshes“, como “dive” por parte tanto de raparigas como rapazes como se pode ver nos vídeos. João Ribas participa bastante com o publico chamando mesmo pessoas a subir ao palco. Deram um concerto com muita energia, naquele local era impossível alguém estar aborrecido ou não movimentar o corpo ao som da música.
Para gravar estes vídeos, não foi fácil, pois havia muitas pessoas como também havia muita confusão, mas mesmo assim tendo muitas a minha frente, coloquei uma cadeira de plástico, das que se encontra nas esplanadas, no meio da confusão e subi para cima dela, a minha volta só fia confusão e “moches“, muitos empurrões, e algum medo de cair dali, mas mesmo assim gravei alguns vídeos desta forma.